Paranatinga, 24 de Maio de 2022

Polícia

Delegada afirma que por enquanto Taques não prestou esclarecimento sobre a grampolândia

Publicado 15/12/2021 17:28:07


A delegada Ana Cristina Feldener, titular da Força-Tarefa da Polícia Civil que investiga crimes de escutas telefônicas clandestinas no âmbito do Poder Executivo durante o governo Pedro Taques, disse que por enquanto o ex-governador ainda não prestou depoimentos sobre o episódio que ficou conhecido como grampolândia pantaneira.



Em coletiva à imprensa nesta quarta-feira (15), ao lado dos dois novos delegados que compõe a Força-Tarefa, Feldner disse que Pedro e Paulo Taques, ex-secretário da Casa Civil e ex-governador, respectivamente, ainda não foram ouvidos, mas poderão ser chamados para prestar esclarecimentos à Polícia Civil em momento oportuno. 

 


Ainda segundo a delegada, o promotor de justiça Mauro Zaque, que na época da grampolândia era secretário de Segurança Pública, já foi ouvido, assim como o ex-comandante geral da Polícia Militar, Zaqueu Barbosa. 

"Pedro e Paulo Taques não foram ouvidos, mas poderão em momento oportuno, ainda sem data definida. O ex-secretário e promotor, Mauro Zaque e o ex comandante Zaqueu já prestaram seus esclarevimentos. No decorrer dos nossos trabalhos de investigação", comentou a delegada. 

A delegada não adiantou se ainda há algum indício de interferência de Taques com alguns dos outros envolvidos. "Tudo que estamos investigando será analisado. Por enquanto não podemos adiantar nada", comentou a delegada. 

Operação desta quarta

A ‘Operação Reset’, deflagrada nesta quarta-feira (15), pela Polícia Civil, tem como um dos seus objetivos encontrar um dossiê que teria sido entregue pelo então secretário de Segurança Pública (Sesp) na gestão do ex-governador Pedro Taques, Mauro Zaque, denunciando um esquema de escutas ilegais, que ficou conhecido como o escândalo da ‘grampolândia pantaneira’.
 
A ação desta quarta-feira mira Rosinaldo Nunes de Almeida e Rosângela da Silva Oliveira, que atuavam no setor de protocolo da Casa Civil, na época dos fatos. Consta na decisão do juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra, que há elementos de que os dois servidores possam estar em posse do dossiê apresentado pelo então secretário, até agora não localizado. Além disto, são apurados os crimes de falsidade ideológica e associação criminosa.

 

 

Fonte: OLHAR DIRETO

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