Paranatinga, 24 de Maio de 2022

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Dois deputados e um senador de MT querem legalizar jogos de azar

Publicado 13/02/2022 10:49:45


Dividida. É assim que a bancada federal de Mato Grosso está em relação ao chamado Marco Regulatório dos Jogos no Brasil, que pretende legalizar os jogos de azar no país, como cassinos integrados em resorts, cassinos urbanos, jogo do bicho, apostas esportivas, bingos, jogos de habilidade e corridas de cavalos.

Enquanto parte dos representantes da população mato-grossense alega que a liberação será benéfica, pois a arrecadação de impostos se reverterá para as políticas públicas e aos cidadãos, outra parcela argumenta que a regulamentação de tais jogos corromperá a sociedade e trará problemas para quem aderir.

A Gazeta procurou a bancada federal para opinar sobre o projeto que entrou na Câmara dos Deputados em regime de urgência no final do ano passado. Dos 11 (deputados e senadores), 3 se posicionaram contra a liberação dos jogos de azar e 3 foram favoráveis. Já outros dois ao serem consultados, preferiram não responder.

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De acordo com o deputado federal Carlos Bezerra (MDB), os jogos de azar são prejudiciais porque estão relacionados a outros tipos de ilegalidades. “Infelizmente os jogos de azar terminam se associando a outras ilegalidades. Quase sempre estão ligados ao crime organizado”.

O mesmo pensamento é do deputado federal Dr. Leonardo (SD). Segundo ele, a falta de mecanismo de controle faz com que os jogos sejam um caminho para a lavagem de dinheiro, além da associação ao narcotráfico e crime organizado.

“Atualmente os jogos clandestinos já estão associados a isto. Se fizermos o mapeamento veremos essas ligações. Então temos que ter cuidado ao tratar deste assunto”.

“Inicialmente eu me posiciono contra. Porque não estamos tendo nenhum debate real sobre o tema, não temos um estudo de impacto que isso causará. Não adianta só fazer que vai gerar impostos e vai ajudar no turismo. É preciso mais, é preciso outros investimentos e, como sou ligado à área da psiquiatria, sabemos que existem problemas com relação aos jogos. Enquanto não fizerem um debate real e sério, eu serei contra”.

Já a deputada federal Rosa Neide informou que a bancada PT na Câmara abriu uma discussão do tema para que a sigla vote em bloco sobre o Marco Regulatório. “Mas do jeito que o projeto está, do jeito que ele se encontra, eu vou votar contra. Já existem propostas de mudança sobre o tema, mas do jeito que está hoje, o meu voto é contrário”, alegou.

Do lado dos que votarão a favor da legalização dos jogos de azar está o deputado federal Neri Geller (PP), afirmando que não aprofundou sobre o tema, mas que votaria a favor por orientação partidária.

“Não tenho posição definida sobre a matéria, estou acompanhando a posição partidária, não me envolvi. A orientação do partido é para votar a favor. Não tenho uma leitura muito clara sobre isso. Vou estudar a matéria e quem sabe no segundo turno eu me posicione diferente, mas por enquanto eu sigo o partido”.

O deputado federal Juarez Costa (MDB) também votará a favor, sob alegação de que a cobrança de impostos do setor favorecerá a população como um todo. Os deputados federais Emanuelzinho (PTB) e Nelson Barbudo (PL) foram questionados, porém, preferiram não responder. Já o deputado federal José Medeiros (PODE) não foi localizado.

O senador Carlos Fávaro (PSD) afirmou que votará favorável ao projeto quando chegar no Senado. Para ele é muita hipocrisia se colocar contra, já que os jogos de azar em cassinos clandestinos já existem no país. “E esses jogos que funcionam hoje, fomentam a contravenção. Então precisamos fazer um regramento e controle, com locais específicos para funcionamento”, justifica ao defender o projeto.

“Com isso vamos arrecadar impostos, gerar emprego e fomentar o turismo. Então temos os demais integrantes da bancada federal do Estado não foram localizados pela reportagem que deixar a hipocrisia de lado porque hoje existem cassinos em várias cidades do país. E não adiantaDividida. É assim que a bancada federal de Mato Grosso está em relação ao chamado Marco Regulatório dos Jogos no Brasil, que pretende legalizar os jogos de azar no país, como cassinos integrados em resorts, cassinos urbanos, jogo do bicho, apostas esportivas, bingos, jogos de habilidade e corridas de cavalos.

 

Enquanto parte dos representantes da população mato-grossense alega que a liberação será benéfica, pois a arrecadação de impostos se reverterá para as políticas públicas e aos cidadãos, outra parcela argumenta que a regulamentação de tais jogos corromperá a sociedade e trará problemas para quem aderir.

 

A Gazeta procurou a bancada federal para opinar sobre o projeto que entrou na Câmara dos Deputados em regime de urgência no final do ano passado. Dos 11 (deputados e senadores), 3 se posicionaram contra a liberação dos jogos de azar e 3 foram favoráveis. Já outros dois ao serem consultados, preferiram não responder.

 

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De acordo com o deputado federal Carlos Bezerra (MDB), os jogos de azar são prejudiciais porque estão relacionados a outros tipos de ilegalidades. “Infelizmente os jogos de azar terminam se associando a outras ilegalidades. Quase sempre estão ligados ao crime organizado”.

 

O mesmo pensamento é do deputado federal Dr. Leonardo (SD). Segundo ele, a falta de mecanismo de controle faz com que os jogos sejam um caminho para a lavagem de dinheiro, além da associação ao narcotráfico e crime organizado.

 

“Atualmente os jogos clandestinos já estão associados a isto. Se fizermos o mapeamento veremos essas ligações. Então temos que ter cuidado ao tratar deste assunto”.

 

“Inicialmente eu me posiciono contra. Porque não estamos tendo nenhum debate real sobre o tema, não temos um estudo de impacto que isso causará. Não adianta só fazer que vai gerar impostos e vai ajudar no turismo. É preciso mais, é preciso outros investimentos e, como sou ligado à área da psiquiatria, sabemos que existem problemas com relação aos jogos. Enquanto não fizerem um debate real e sério, eu serei contra”.

 

Já a deputada federal Rosa Neide informou que a bancada PT na Câmara abriu uma discussão do tema para que a sigla vote em bloco sobre o Marco Regulatório. “Mas do jeito que o projeto está, do jeito que ele se encontra, eu vou votar contra. Já existem propostas de mudança sobre o tema, mas do jeito que está hoje, o meu voto é contrário”, alegou.

 

Do lado dos que votarão a favor da legalização dos jogos de azar está o deputado federal Neri Geller (PP), afirmando que não aprofundou sobre o tema, mas que votaria a favor por orientação partidária.

 

“Não tenho posição definida sobre a matéria, estou acompanhando a posição partidária, não me envolvi. A orientação do partido é para votar a favor. Não tenho uma leitura muito clara sobre isso. Vou estudar a matéria e quem sabe no segundo turno eu me posicione diferente, mas por enquanto eu sigo o partido”.

 

O deputado federal Juarez Costa (MDB) também votará a favor, sob alegação de que a cobrança de impostos do setor favorecerá a população como um todo. Os deputados federais Emanuelzinho (PTB) e Nelson Barbudo (PL) foram questionados, porém, preferiram não responder. Já o deputado federal José Medeiros (PODE) não foi localizado.

 

O senador Carlos Fávaro (PSD) afirmou que votará favorável ao projeto quando chegar no Senado. Para ele é muita hipocrisia se colocar contra, já que os jogos de azar em cassinos clandestinos já existem no país. “E esses jogos que funcionam hoje, fomentam a contravenção. Então precisamos fazer um regramento e controle, com locais específicos para funcionamento”, justifica ao defender o projeto.

 

“Com isso vamos arrecadar impostos, gerar emprego e fomentar o turismo. Então temos os demais integrantes da bancada federal do Estado não foram localizados pela reportagem que deixar a hipocrisia de lado porque hoje existem cassinos em várias cidades do país. E não adianta dizer que tem que prender, porque isso existe desde quando foi proibido o jogo aqui. Então vamos cobrar impostos, investir esses impostos em benefício da população. Por isso vou votar favorável caso o projeto chegue aqui no Senado”, concluiu.

 

 

 

 

Fonte: Gazeta Digital

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