Paranatinga, 19 de Maio de 2022

Cidades

PC desbarata quadrilha que extorquia homens após troca de nudes em MT

Publicado 01/02/2022 15:40:47


A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Polícia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá, deflagrou na manhã de segunda-feira (31.01), a “Operação Conteiros”, para cumprimento de cinco ordens judiciais no estado de Goiás. Os mandados, sendo duas de prisão preventiva e três de busca e apreensão domiciliar, tiveram como alvo uma associação criminosa envolvido em crimes de estelionato pela internet e foram cumpridos nas cidades de Goiás, Anicuns, Goianápolis e na capital Goiânia.

Segundo as investigações, a associação criminosa agia da seguinte maneira, um dos criminosos em ambiente virtual adicionava um homem de idade (vítima) como amigo nas redes sociais e passavam a conversar. Em dado momento, a vítima é induzida a trocar “nudes” com o golpista.

Após a troca de fotos íntimas, o suspeito começa a dizer para a vítima que estava trocado mensagens com uma criança, passando a exigir determinado valor para não levar o caso à Polícia. Na ocasião, o criminoso se valeu ainda de nome de um policial militar goiano falecido para extorquir os valores da vítima.

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Por meio dos golpes, os criminosos extorquiram da vítima R$ 4 mil e dividiram percentual dos valores entre as mulheres associadas junto à associação criminosa. Nas investigações, os suspeitos foram identificados, sendo representado pelas ordens judiciais contra os suspeitos que responderão por crime de extorsão por mais de uma vez e por associação criminosa.

O delegado adjunto da Derf Barra do Garças, Joaquim Leitão Júnior, que esteve a frente das investigações da operação, asseverou que outras investigações relacionadas a esse tipo de crime estão em andamento na unidade. “Essa operação faz parte de inúmeras ações policiais de enfrentamento a essa modalidade criminosa, que tem crescido nos últimos anos, uma vez que os criminosos têm migrado para a prática de crimes cometidos em ambiente virtual, onde fica mais difícil serem identificados”, explicou o delegado.

Parcerias

Um dos principais alvos estava preso na cadeia pública de Goianápolis-GO, onde a Polícia Civil de Mato Grosso contou com o apoio do sistema prisional de Goiás, para dar cumprimento ao mandado de prisão.

As Delegacias de Polícia de Goiânia (DERF), Itaberaí e Anicuns, através dos delegados Francisco José da Silva Costa Júnior, Iury Piterson Marques Toledo, Alexandre Netto Moreira, Kleber Leandro Toledo Rodrigues e Mario Moraes de Lemos e suas equipes (Agnaldo José Alves, Thais Neres de Souza Paiva, Alan Aleixo Rocha, Roberto, Renato de Paula Alvarenga, Alysson Rafael de Sousa, Fabrício Bonfim Ribeiro, Marcílio Alves de Paula Júnior, Frederico Augusto Spencieri de Oliveira Ribeiro, Gabriely Duarte Godinho) prestaram apoio logístico à operação, além de duas equipes da Delegacia de Polícia Especializada de Roubos e Furtos de Barra do Garças.

Nome da operação

O nome da operação “Conteiros” se deu devido ao fato de pessoas emprestarem suas contas bancárias como partícipes aos extorsionários dentro de uma associação criminosa que extorquia a vítima no caso concreto. A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Polícia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá, deflagrou na manhã de segunda-feira (31.01), a “Operação Conteiros”, para cumprimento de cinco ordens judiciais no estado de Goiás. Os mandados, sendo duas de prisão preventiva e três de busca e apreensão domiciliar, tiveram como alvo uma associação criminosa envolvido em crimes de estelionato pela internet e foram cumpridos nas cidades de Goiás, Anicuns, Goianápolis e na capital Goiânia.

 

Segundo as investigações, a associação criminosa agia da seguinte maneira, um dos criminosos em ambiente virtual adicionava um homem de idade (vítima) como amigo nas redes sociais e passavam a conversar. Em dado momento, a vítima é induzida a trocar “nudes” com o golpista.

 

Após a troca de fotos íntimas, o suspeito começa a dizer para a vítima que estava trocado mensagens com uma criança, passando a exigir determinado valor para não levar o caso à Polícia. Na ocasião, o criminoso se valeu ainda de nome de um policial militar goiano falecido para extorquir os valores da vítima.

 

 

 

Por meio dos golpes, os criminosos extorquiram da vítima R$ 4 mil e dividiram percentual dos valores entre as mulheres associadas junto à associação criminosa. Nas investigações, os suspeitos foram identificados, sendo representado pelas ordens judiciais contra os suspeitos que responderão por crime de extorsão por mais de uma vez e por associação criminosa.

 

O delegado adjunto da Derf Barra do Garças, Joaquim Leitão Júnior, que esteve a frente das investigações da operação, asseverou que outras investigações relacionadas a esse tipo de crime estão em andamento na unidade. “Essa operação faz parte de inúmeras ações policiais de enfrentamento a essa modalidade criminosa, que tem crescido nos últimos anos, uma vez que os criminosos têm migrado para a prática de crimes cometidos em ambiente virtual, onde fica mais difícil serem identificados”, explicou o delegado.

 

Parcerias

 

Um dos principais alvos estava preso na cadeia pública de Goianápolis-GO, onde a Polícia Civil de Mato Grosso contou com o apoio do sistema prisional de Goiás, para dar cumprimento ao mandado de prisão.

 

As Delegacias de Polícia de Goiânia (DERF), Itaberaí e Anicuns, através dos delegados Francisco José da Silva Costa Júnior, Iury Piterson Marques Toledo, Alexandre Netto Moreira, Kleber Leandro Toledo Rodrigues e Mario Moraes de Lemos e suas equipes (Agnaldo José Alves, Thais Neres de Souza Paiva, Alan Aleixo Rocha, Roberto, Renato de Paula Alvarenga, Alysson Rafael de Sousa, Fabrício Bonfim Ribeiro, Marcílio Alves de Paula Júnior, Frederico Augusto Spencieri de Oliveira Ribeiro, Gabriely Duarte Godinho) prestaram apoio logístico à operação, além de duas equipes da Delegacia de Polícia Especializada de Roubos e Furtos de Barra do Garças.

 

Nome da operação

 

O nome da operação “Conteiros” se deu devido ao fato de pessoas emprestarem suas contas bancárias como partícipes aos extorsionários dentro de uma associação criminosa que extorquia a vítima no caso concreto. 

 

 

Fonte: Folha Max

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