Paranatinga, 27 de Novembro de 2021

Agronegócios

Governo de MT incentiva ingresso de comunidades indígenas no cultivo de café

Publicado 07/07/2021 19:57:08


A partir do programa ‘Mato Grosso Mais’, indígenas da aldeia Massepô, localizada no território Umutina, em Barra do Bugres (164 km de Cuiabá), têm encontrado no cultivo do café uma nova alternativa de renda. A ação acontece a partir de uma parceria entre o Governo de Mato Grosso e a Fundação Nacional do Índio (Funai). A partir do incentivo, a administração estadual visa a inserção de comunidades indígenas na ampliação da área e produção do café nos territórios mato-grossenses.


Para ingressar na produção da matéria-prima da segunda bebida mais consumido entre os brasileiros, alguns integrantes da aldeia viajaram para Rondônia, onde acompanharam de perto o trabalho que lá já é desenvolvido. Além disso, eles participaram de capacitações sobre o plantio e o cultivo do café.

Com o trabalho em conjunto entre a Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), no acompanhamento técnico, com a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), no repasse de mudas, a comunidade indígena da aldeia Massepô passou a ver no plantio do café a oportunidade de diversificar a produção local, antes voltada apenas para o consumo interno e limitada ao plantio de banana, mandioca e outras cultivares.

Em 2019 a Seaf destinou 3.300 mudas de café para a aldeia Massepô, que foram plantadas em um hectare. Segundo secretário de Estado de Agricultura Familiar, Silvano Amaral, que no final de semana esteve visitando a área, há a expectativa de expandir a ação governamental na aldeia.

 “Há a previsão de subir para três hectares e meio o plantio do café na aldeia, até alcançar a área de 10 hectares em até quatro anos. Isso é resultado de uma exitosa parceria de sucesso envolvendo Estado, através da Seaf e Empaer, União, por meio da Funai, e a prefeitura de Barra do Bugres, com um acompanhamento mais próximo junto aos indígenas”, relata.

Na aldeia Massepô são esperados a colheita entre 45 a 60 sacas de café no hectare plantado, cujo valor da venda, segundo o cacique Felisberto Cudunipá, será revertido em melhorias na aldeia onde vivem 11 famílias. Além de Barra do Bugres, a Seaf desenvolve a mesma ação na cidade de Campo Novo dos Parecis. Na Aldeia Chapada Azul, a pasta promove a mesma atividade junto aos indígenas da etnia Haliti Paresi, com o plantio de cinco hectares de café. 

 

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