Paranatinga, 19 de Maio de 2022

Agronegócios

Conselheiros recuam, mas CPI assegura "desvios" de recursos na Aprosoja

Publicado 03/03/2022 23:08:14


A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga supostas práticas de sonegação fiscal em Mato Grosso, ouviu na tarde desta quinta-feira (3) conselheiros que fizeram parte da gestão do ex-presidente da Associação de Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Antônio Galvan, entre 2018 e 2020. Segundo o deputado estadual Wilson Santos (PSDB), mesmo com todo cuidado tomado pelos depoentes, houve sim malversação de recursos dentro da diretoria da entidade.

Foram ouvidos na CPI os ex-conselheiros fiscais José Cassol, Naildo da Silva Lopes e José Guarino Fernandes. Eles admitiram que houveram algumas incongruências nas contas da Aprosoja-MT, como por exemplo recibos de reabastecimento de combustíveis sem que fosse preenchido qual veículo tinha sido abastecido.

Para Wilson, ficou claro que a entidade geriu de forma irregular os recursos que recebe. “Observamos que os conselheiros tiveram muito cuidado, mas houve sim malversação de recursos dentro da diretoria da Aprosoja. Ficou claro que eles estavam precavidos e mediram as palavras, mas concordam que o presidente Antônio Galvan não agiu com correção em 72% dos processos movidos durante o ano de 2020. A CPI irá buscar a documentação necessária, pois segundo parte do STF, trata-se sim de recursos públicos. Vamos buscar documentos, atas das reuniões, os julgados e principalmente a auditoria externa que foi contratada pela própria Aprosoja, e que indicou 123 irregularidades”, explicou.

 

 

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Wilson destacou que os conselheiros tiveram muito cuidado. O deputado, no entanto, considerou a oitiva válida, tendo em vista que eles mesmo nos sugeriram que solicitemos a auditoria externa que foi feita em 2020 e todas as atas onde os conselheiros fizeram as manifestações sobre as irregularidades e ressalvas.

“Pretendemos convocar conselheiros da atual gestão. Temos até o final de maio para encerrar os trabalhos da CPI. Temos tempo e é uma das sugestões que surgiram aqui, até porque o bloqueio das contas da Aprosoja Brasil, em Mato Grosso, foi em setembro de 2021. Queremos saber dos atuais conselheiros o que isso implicou nas contas da associação”, completou.A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga supostas práticas de sonegação fiscal em Mato Grosso, ouviu na tarde desta quinta-feira (3) conselheiros que fizeram parte da gestão do ex-presidente da Associação de Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Antônio Galvan, entre 2018 e 2020. Segundo o deputado estadual Wilson Santos (PSDB), mesmo com todo cuidado tomado pelos depoentes, houve sim malversação de recursos dentro da diretoria da entidade.

 

Foram ouvidos na CPI os ex-conselheiros fiscais José Cassol, Naildo da Silva Lopes e José Guarino Fernandes. Eles admitiram que houveram algumas incongruências nas contas da Aprosoja-MT, como por exemplo recibos de reabastecimento de combustíveis sem que fosse preenchido qual veículo tinha sido abastecido.

 

Para Wilson, ficou claro que a entidade geriu de forma irregular os recursos que recebe. “Observamos que os conselheiros tiveram muito cuidado, mas houve sim malversação de recursos dentro da diretoria da Aprosoja. Ficou claro que eles estavam precavidos e mediram as palavras, mas concordam que o presidente Antônio Galvan não agiu com correção em 72% dos processos movidos durante o ano de 2020. A CPI irá buscar a documentação necessária, pois segundo parte do STF, trata-se sim de recursos públicos. Vamos buscar documentos, atas das reuniões, os julgados e principalmente a auditoria externa que foi contratada pela própria Aprosoja, e que indicou 123 irregularidades”, explicou.

 

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Wilson destacou que os conselheiros tiveram muito cuidado. O deputado, no entanto, considerou a oitiva válida, tendo em vista que eles mesmo nos sugeriram que solicitemos a auditoria externa que foi feita em 2020 e todas as atas onde os conselheiros fizeram as manifestações sobre as irregularidades e ressalvas.

 

“Pretendemos convocar conselheiros da atual gestão. Temos até o final de maio para encerrar os trabalhos da CPI. Temos tempo e é uma das sugestões que surgiram aqui, até porque o bloqueio das contas da Aprosoja Brasil, em Mato Grosso, foi em setembro de 2021. Queremos saber dos atuais conselheiros o que isso implicou nas contas da associação”, completou.

 

 

Fonte: Folha Max

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