Paranatinga, 15 de Abril de 2021

Polícia

Acusados de matar adolescente devem ir a júri após 4 anos

Publicado 21/09/2015


Um empresário e dois homens devem ir a júri na próxima quinta-feira (24), em Cuiabá, acusados matarem e esconderem o corpo da adolescente Maiana Mariano Vilela, de 17 anos, assassinada em dezembro de 2011. Segundo o Tribunal de Justiça, o júri está previsto para começar a partir das 8h e será presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira.

De acordo com a denúncia do Ministério Público Estadual (MPE), o empresário Rogério da Silva Amorim, de 41 anos, contratou o vigilante Paulo Ferreira Martins, de 43, para matar a adolescente. Maiana e o empresário tinham um relacionamento de, pelo menos, um ano e meio.

Rogério teria oferecido R$ 5 mil para que Paulo cometesse o crime.

Conforme a denúncia, Paulo propôs que o terceiro réu, Carlos Alexandre da Silva, de 23, o ajudasse a cometer o crime, pela quantia de R$ 2,5 mil. Rogério, Paulo e Carlos ficaram presos por menos de um ano e atualmente respondem o processo em liberdade.

A adolescente ainda foi dada como desaparecida por alguns meses até que o crime foi descoberto pela polícia.

O crime

No dia do homicídio, Rogério teria mandado Maiana descontar um cheque no valor de R$ 500 e levar o dinheiro para um funcionário de uma chácara no Bairro Altos da Glória, em Cuiabá. A adolescente foi ao banco com a motocicleta Biz que tinha ganhado do empresário e foi até a chácara. Lá, ela foi assassinada por asfixia.


O corpo teria sido colocado dentro de um carro Fiat Uno e, depois, deixado na região da Ponte de Ferro, localizada no Bairro Doutor Fábio, periferia da capital mato-grossense.

Os restos mortais da adolescente foram encontrados no dia 25 de maio de 2012. Maiana e Rogério mantiveram um relacionamento extraconjugal por cerca de um ano e estavam vivendo juntos há cinco meses em regime de união estável quando a menor foi morta. Maiana morava com a sogra e o namorado, que tinha se separado há pouco tempo da mulher.

O MPE sustenta a tese de que o empresário teria contratado Martins alegando que Maiana e a família dela estavam extorquindo dinheiro dele.

Outro lado

O advogado do empresário, Waldir Caldas Rodrigues, informou que Amorim não participou de qualquer forma do crime. Já o advogado que defende Carlos Alexandre, Roberto Mourão, comentou que Carlos teve uma ‘participação menor’ no crime em relação aos demais réus. O G1 não conseguiu contato com o advogado de Paulo Ferreira Martins.

 
Fonte: G1MT

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