Paranatinga, 14 de Abril de 2021

Mato Grosso

Vereador é acusado de vender carro roubado em Santa Rita do Trivelato

Publicado 30/01/2016


O vereador Ito Pires de Santa Rita do Trivelato foi encaminhado até a delegacia de Polícia Civil de Nova Mutum pela Polícia Militar para prestar esclarecimentos sobre a venda de um carro roubado a um morador do mesmo município.

O caso começou a ser desvendado depois que um oficial da PM em Cuiabá estava recebendo multas de trânsito relacionado à placa do seu carro em lugares que ele nunca havia passado. O Policial passou a monitorar a situação e descobriu que o veículo que originou as multas estava em Santa Rita do Trivelato. De acordo com o comandante da Polícia Militar, o senhor que comprou o carro do vereador entrou em contato com o oficial da PM em Cuiabá para agilizar o processo de transferências do veículo. Como já desconfiava da situação o oficial comunicou o fato aos policiais militares de Santa Rita do Trivelato e Nova Mutum que passaram a monitorar a situação.

“Identificamos o senhor que estava com o carro e descobrimos que o veículo havia sido vendido a ele pelo vereador”, argumenta o policial.

Em posse das informações o comandante da Policia Militar Cabo PM Anderson, convidou o vereador a ir até a sede da corporação e de lá ele acabou sendo e encaminhado para a delegacia de polícia de civil de Nova Mutum.

Na chegada a delegacia a reportagem tentou falar com o vereador, mas o mesmo disse apenas que vai aguardar o andamento do processo para depois de pronunciar.

A reportagem do **Mutum Noticias falou com a delegada Angelina de Andrade Ticianel, responsável por investigar do caso, ela adiantou que o veículo é dublê com ocorrência de roubo/furto, “O vereador o vendeu há três meses, o adquirente que estava na posse do veículo é um motorista da prefeitura, alegou boa-fé e disse não saber que o veículo era roubado, entregou o veículo que possuía como parte do pagamento e o restante em dinheiro”, explica.

Tanto o vereador quanto o motorista foram autuado por receptação culposa, O documento era falso, constando o chassi verdadeiro e a placa falsa. Eles foram ouvidos e assinaram um termo se comprometendo com o juizado especial sobre o caso, e em seguida foram liberados. O caso segue sendo investigado.

 

 

 
Fonte: mutum noticias

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